- A importância do petróleo em nossa sociedade, tal como está atualmente organizada, é extensa e fundamental.
- O petróleo não é apenas uma das principais fontes de energia utilizadas pela humanidade. Além de sua importância como fornecedor de energia, os seus derivados são a matéria-prima para a manufatura de inúmeros bens de consumo, como o couro sintético, e, deste modo, têm um papel cada dia mais presente, relevante e DEPENDENTE na vida das pessoas.
- A concepção de um mundo sem as comodidades e benefícios oferecidos pelo petróleo implicaria na necessidade de uma total mudança de mentalidade e hábitos por parte da população, numa total reformulação da maneira como a nossa sociedade funciona.
- Nesse contexto, a etapa de refino é o coração da indústria de petróleo, pois sem a separação em seus diversos componentes, o petróleo em si, possui pouco ou nenhum valor prático e comercial.
- A importância do refino dentro de toda a cadeia produtiva do petróleo não se resume apenas ao ponto de vista estratégico.
- Do ponto de vista ambiental, as refinarias são grandes geradoras de poluição.
- Elas consomem grandes quantidades de água e de energia, produzem grandes quantidades de despejos líquidos, liberam diversos gases nocivos para a atmosfera e produzem resíduos sólidos de difícil tratamento e disposição.
- Em decorrência de tais fatos, a indústria de refino de petróleo, pode ser, e muitas vezes é, uma grande degradadora do meio ambiente, pois tem potencial para afetá-lo em todos os níveis: ar, água, solo e, conseqüentemente, a todos os seres vivos que habitam nosso planeta.
- Apesar dos avanços tecnológicos que ocorreram neste último século,infelizmente, vários dos equipamentos e técnicas de refino utilizados por muitas refinarias ao redor do mundo são relativamente primários, não tendo mudado muito ao longo das últimas décadas, talvez por falta de interesse ou de conhecimento de tais técnicas.
- Entretanto, sabemos que o petróleo não deixará de apresentar a importância que possui ao longo dos próximos anos, a menos que haja alguma incrível e revolucionária descoberta de algum substituto a altura.
- Deste modo, podemos admitir que as refinarias irão continuar a existir, pelo menos enquanto as reservas de petróleo continuarem a ser exploradas e continuarem a produzir.
- Assim sendo, faz-se necessária a integração da variável ambiental no planejamento, na concepção, e, acima de tudo, na operação das refinarias.
- A solução para o problema da poluição certamente não é fechar as refinarias ou reduzir os níveis de produção, um pensamento totalmente inviável do ponto de vista prático.
- A questão da poluição, não apenas aquela provocada pelas refinarias de petróleo, mas a produzida pela indústria de um modo geral, constitui não apenas um problema, mas também em um desafio para a gerência das empresas, que precisam se posicionar de maneira efetiva e eficaz perante a situação, abandonando, de uma vez por todas, a tendência de minimizar a questão, ou até mesmo fingir que a mesma não existe.
- A dimensão da problemática ambiental associada às refinarias pode ser mais facilmente compreendida se relatarmos alguns fatos recentes da história do Brasil.
- Por exemplo, nas décadas de 70 e 80, a região do entorno da Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, era conhecida como “Vale da Morte”, e representava um símbolo da poluição industrial no país. A poluição gerada pelo pólo petroquímico ali existente, do qual a refinaria faz parte, atingia níveis alarmantes naquela época. A poluição atmosférica provocava doenças respiratórias na população, além de terem ocorrido vários casos de bebês nascidos com problemas de má formação.
- A poluição também ocasionava a precipitação de chuvas ácidas, responsáveis pela degradação da paisagem do local. A vegetação da Serra do Mar foi seriamente afetada pelas chuvas ácidas, tendo havido a necessidade da realização de obras de contenção de encostas com a finalidade de se evitar desmoronamentos.
- Após a imprensa insistir em noticiar repetidamente tais fatos, a Petrobras e outras empresas realizaram ações que já resolveram grande parte do problema, devido à pressão imposta.
- Hoje, não são raras as empresas do pólo industrial que buscaram e buscam soluções para reverter os anos de débito para com o meio ambiente, mostrando, desta forma, que a questão ambiental pode ser levada em consideração de forma eficiente pelas mesmas.
- Atualmente a região degradada está recuperada e os índices de poluição não são mais elevados como eram na década de 80.
-Mais recentemente, os acidentes de 18 de janeiro, na REDUC (Refinaria Duque de Caxias, Duque de Caxias, Rio de Janeiro), e de 16 de julho, na REPAR (Refinaria Presidente Getúlio Vargas, Araucária, Paraná), resultaram em danos à imagem não apenas da Petrobras, empresa responsável pelas duas refinarias, mas também da indústria de refino nacional como um todo.
- Ficou a sensação, nos meios públicos, de que refino e gestão cuidadosa do meio ambiente são duas questões incompatíveis. Após os acidentes, a imprensa se encarregou de divulgar alguns fatos desagradáveis sobre a gestão ambiental da empresa, como, por exemplo, a notícia de que existem várias unidades de processamento da REDUC que até hoje não possuem licença do órgão ambiental competente para operar.
- Infelizmente, o que se observa na maior parte das refinarias brasileiras é que ainda não existe a cultura da prevenção à poluição, estando a gestão ambiental das mesmas direcionada para o cumprimento das exigências dos órgãos governamentais de controle ambiental, refletindo a cultura empresarial do tipo Controle de Fim de Linha e gestão ambiental do tipo reativa.
- Para se ter uma idéia da dimensão da importância da questão ambiental em outros países do mundo, estima-se que, nos Estados Unidos, o setor petrolífero precisará investir cerca de 160 bilhões de dólares em meio ambiente nos próximos vinte anos, a fim de atender a uma legislação ambiental muito mais exigente do que a adotada atualmente no Brasil.
- Por todas essas considerações, esse nos parece ser um momento extremamente oportuno para uma abordagem séria da interface refinarias – meio ambiente.
-Além disso, a ocorrência dos acidentes anteriormente mencionados comprovou a existência de problemas com a gestão ambiental das refinarias de nosso país. Acreditamos que tais fatos destacam mais uma vez a necessidade de que a ampliação das refinarias existentes e a construção de novas refinarias no Brasil precisa ser feita de modo que as devidas preocupações com o meio ambiente sejam seriamente inseridas em seu planejamento. Nesse sentido, é importante salientar que o Parque de Refino brasileiro já está no limite de sua capacidade.
- A maioria das refinarias brasileiras está passando, ou irá passar nos próximos dois anos, por reformas visando o aumento de sua capacidade de processamento e/ou de sua complexidade. Além desse fato, a construção de uma nova refinaria no Ceará já foi aprovada pela diretoria da Petrobras.
- A inserção da variável ambiental nos processos produtivos tem sido um sério e importante desafio para a indústria.
- Atualmente, o compromisso com o desenvolvimento sustentável supera as obrigações éticas e morais, tornando-se uma demanda da sociedade.
- Tal compromisso já é um fator limitante para a sobrevivência da empresa nos mercados, na medida em que a imagem negativa associada às empresas que degradam o meio ambiente é capaz de influenciar a opinião de boa parcela dos consumidores.
- Por outro lado, apesar de representarem uma ameaça potencial para o meio ambiente, as refinarias também desempenham um papel positivo perante a sociedade, sendo fontes geradoras de empregos e pagadoras de impostos.
- Com base nos resultados setoriais do modelo CGE [Tourinho e Kume(2002)], estimamos as resultantes variações nos níveis de emissão de poluição e do uso de água e energia no setor industrial brasileiro devidas à Alca. Os resultados são muito interessantes, pois espera-se que os impactos ambientais diretos agregados da Alca sobre a economia brasileira sejam, em geral, de muito pouca monta e na direção de uma intensidade mais baixa na poluição do ar, em termos de material particulado e SO2, e de usos de energia.
- Por outro lado, poderá ocorrer um aumento na intensidade de poluição e uso da água e nas emissões de CO2. Essas alterações ocorrerão nos poucos setores onde já existem políticas tecnológicas e ambientais dinâmicas e motivação para atender às regras ambientais mais estritas do mercado de exportação.
- Os determinantes da adoção de práticas de controle, estimadas em Seroa da Motta (2001) e Ferraz e Seroa da Motta (2002), mostram que, além das sanções e da pressão do público, o setor industrial é motivado a melhorar seu desempenho por causa das restrições à expansão do mercado de exportação. Com base em todas essas evidências, é importante ser sugerido estratégias que melhorem ainda mais o desempenho atual, junto com a eficiência econômica e a competitividade.
- A legislação ambiental e sua aplicação no Brasil,mostra que, embora o monitoramento seja ainda fraco em alguns estados, o licenciamento e as ações judiciais do Ministério Público são ferramentas eficazes dessa aplicação.
- Olhando especificamente para os impactos da Alca sobre a economia brasileira,os resultados de um recente estudo CGE [Tourinho e Kume (2002)], que fez uma estimativa dos impactos diretos da liberalização do comércio foram apresentados. Os resultados mostram que a produção de açúcar, calçados e artigos de couro, ferro e aço e produtos vegetais aumentaria de 3,6% a 13,7%. A variação no aumento das exportações será também a maior nesses setores, acrescidos do setor de vestuário, que tem um desempenho similar.
- As importações aumentariam em vários setores industriais, como, por exemplo, o de montagem de veículos e o de madeira e mobiliário.Com base nesses resultados do modelo CGE, seguindo o exercício seminal sobre os impactos ambientais diretos da liberalização do comércio do Nafta feito por Grossman e Krueger (1993), calculamos os impactos ambientais da Alca na economia brasileira pelo produto desses resultados setoriais sobre a produção, a exportação e a importação, e os coeficientes de poluição setorial e do uso de recursos naturais.
- Com base nesse simples procedimento, pudemos identificar as variações dos níveis de emissão de cada setor e de toda a economia para quatro poluentes (matéria orgânica e inorgânica, particulados e dióxido de enxofre), usando dois conjuntos de dados de coeficientes de poluição, a saber, os do Estado de São Paulo e da EPA dos Estados Unidos (IPPS). Os resultados são muito interessantes, pois espera-se que os impactos ambientais diretos agregados da Alca sobre a economia brasileira sejam, em
geral, muito pequenos e na direção de:
• mais baixa intensidade na poluição do ar por particulados e SO2 e nos usos de
energia;
• mais alta intensidade na poluição e usos da água, e nas emissões de CO2.
- No exercício com o modelo CGE, a produção de açúcar, ferro e aço, calçados e couro e o processamento de produtos vegetais (chocolate, arroz, tabaco, frutas etc.) dominam os aumentos em potencial na emissão e nos níveis de uso resultantes dos impactos diretos da liberalização do comércio da Alca.
- Como estes são setores orientados para a exportação, conforme sugeriu nossa análise do desempenho ambiental, eles tenderiam a adotar sistemas aperfeiçoados de controle ambiental. De fato, nós brevemente mostramos que eles já estão patrocinando centros de pesquisa tecnológica e empregando sólidas políticas de gestão ambiental com várias iniciativas avançadas.
- Portanto, a melhoria das práticas de controle ambiental já existentes nesses setores pode reduzir ainda mais os impactos ambientais da Alca na economia brasileira.
- Empresas grandes e internacionais competindo nos mercados externos são as mais capazes e estimuladas para melhorar seu desempenho ambiental. Com base em todas essas evidências, os reguladores podem seguir estratégias que iriam melhorar ainda mais o desempenho atual, junto com a eficiência econômica e a competitividade. Para realizar isto, é recomendado:
1. Estimular a cooperação e a integração das políticas ambientais e comerciais em níveis ministeriais.
2. Como a poluição da água e seus usos parecem ser o principal impacto potencial da Alca, é muito auspicioso estimular as atuais iniciativas para a aplicação de cobranças de água, que fazem parte da nova legislação da água no Brasil. Com esse instrumento, a mitigação industrial total poderia ser alcançada a níveis mais altos com mais baixos custos sociais totais e, portanto, com mais alta eficiência econômica, além de gerar algum nível de receita a ser canalizada para a redução do pagamento de outros tributos (como o que incide sobre o trabalho, por exemplo) ou até para aumentar os orçamentos para o monitoramento e a aplicação da regulamentação ambiental. 21
3. Manter opções de créditos subsidiados, mas no sentido de que eles reforcem os laços entre o acesso a este crédito e o status de cumprimento da regulamentação.
- Entretanto, deve-se observar que os subsídios desviam recursos de outras políticas governamentais, e que o cumprimento, como anteriormente demonstrado, pode ser alcançado com instrumentos que sejam neutros em termos fiscais.
4. Estimular a pesquisa tecnológica para o setor de processamento de produtos vegetais, que é diversificado em termos de produção e de locação e, portanto, não tem conseguido reunir esforços de P&D e de indicadores de políticas ambientais que passem por todos os seus vários atores.
5. Promover o intercâmbio entre os centros de pesquisa privada existentes, dos principais setores industriais, e os centros de pesquisa públicos internacionais, para aumentar o acesso à informação sobre economia de custos e, portanto, reduzindo os custos de transação da implementação de procedimentos orientados para essas finalidades.
6. Criar mecanismos que facilitem às comunidades locais o acesso à informação sobre o desempenho ambiental das empresas e, com isso, somar esforços complementares à aplicação da regulamentação. Isso pode ser feito com iniciativas de baixo custo, como: inventário das liberações de poluição e lista das melhores ou piores empresas de acordo com parâmetros específicos do status de cumprimento da regulamentação.
Fonte: http://getinternet.ipea.gov.br/pub/td/2003/td_0962.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
domingo, 22 de agosto de 2010
Pesquisa para elaboração de artigo
- Nos dias atuais, é grande a oferta nas vitrines das lojas de todas as cidades brasileiras de produtos feitos em “couro sintético”, “couro ecológico”, “couríssimo” dentre outras variações. Temos visto que muitos consumidores estão sendo enganados pela falta de informação, destes produtos, por entenderem que estão comprando algo similar ao couro.
- É preciso saber que nenhuma nomenclatura citada refere-se realmente ao termo couro. O Art 8º da Lei Federal nro 11.211 de 19 de Dezembro de 2005 determina que “é proibido o emprego, mesmo em língua estrangeira, da palavra “couro” e seus derivados para identificar as matérias-primas e artefatos não constituídos de produtos de pele animal”.
- A mesma lei define o termo couro da seguinte maneira: “É o produto oriundo exclusivamente de pele animal curtida por qualquer processo, constituído essencialmente de derme:”
- As diversas oleaginosas e gorduras animais são fontes energéticas renováveis utilizadas para a produção de biocombustivel, pelo processo de transesterificação que modifica o triacilglicerideo em alquil ester o qual este poderá ser usado em motores a combustão interna sem modificação e num futuro próximo, suprir a falta de diesel derivado de petróleo, do qual a sociedade é totalmente dependente.
- A produção deste tem por finalidade minimizar a quantidade de poluentes no meio ambiente com combustíveis mais limpos e aumentar a inclusão social e econômica
- As fontes energéticas presente no Brasil são das mais variadas, sejam elas de origem animal ou vegetal.
- Com o aumento do preço do petróleo e a poluição causada por seus derivados, a procura por combustíveis renováveis e mais baratos está cada vez maior.
- Uma das fontes energéticas é a utilização de oleaginosas com melhores características e propriedades, para a produção de combustível mais prático e barato a partir de energia renovável.
- Osntriglicerídeos mais adequados a produção do biocombustivel são os que apresentam alquil 10
ésteres com propriedades físico-químicas mais semelhantes ao diesel, como viscosidade, densidade. As alternativas mais adequadas no Brasil são o óleo de soja, sebo de boi e que alem satisfazerem as propriedades físico-químicas melhor se adaptam a região. E há outras oleaginosas que podem vir a ser produzidos em escala industrial, mas no momento ainda estão sendo produzidas em pequenas agriculturas.
- No entanto, existe algumas oleaginosas, como a mamona, não é uma boa alternativa para a produção de biocombustível por apresenta a hidroxila no carbono 12 do ácido ricinoleico e apresentar a viscosidade muito elevada por causa da interação de Van der Waals e a ligação de hidrogênio que alteram muito a qualidade do combustível, no entanto este pode ser utilizado para a produção de polímeros e várias outras alternativas.
- Com isso a produção de biocombustivel é atualmente a forma mais fácil e barata para a implementação de uma energia mais barata, e menos poluente e que possa ser produzida em pequena e grande escala para todas as regiões, sem modificar a tecnologias dos motores existentes para a utilização deste alem de gerar mais emprego.
Fonte: http://e-groups.unb.br/iq/pg/resumo/osvaldo.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
- É preciso saber que nenhuma nomenclatura citada refere-se realmente ao termo couro. O Art 8º da Lei Federal nro 11.211 de 19 de Dezembro de 2005 determina que “é proibido o emprego, mesmo em língua estrangeira, da palavra “couro” e seus derivados para identificar as matérias-primas e artefatos não constituídos de produtos de pele animal”.
- A mesma lei define o termo couro da seguinte maneira: “É o produto oriundo exclusivamente de pele animal curtida por qualquer processo, constituído essencialmente de derme:”
- As diversas oleaginosas e gorduras animais são fontes energéticas renováveis utilizadas para a produção de biocombustivel, pelo processo de transesterificação que modifica o triacilglicerideo em alquil ester o qual este poderá ser usado em motores a combustão interna sem modificação e num futuro próximo, suprir a falta de diesel derivado de petróleo, do qual a sociedade é totalmente dependente.
- A produção deste tem por finalidade minimizar a quantidade de poluentes no meio ambiente com combustíveis mais limpos e aumentar a inclusão social e econômica
- As fontes energéticas presente no Brasil são das mais variadas, sejam elas de origem animal ou vegetal.
- Com o aumento do preço do petróleo e a poluição causada por seus derivados, a procura por combustíveis renováveis e mais baratos está cada vez maior.
- Uma das fontes energéticas é a utilização de oleaginosas com melhores características e propriedades, para a produção de combustível mais prático e barato a partir de energia renovável.
- Osntriglicerídeos mais adequados a produção do biocombustivel são os que apresentam alquil 10
ésteres com propriedades físico-químicas mais semelhantes ao diesel, como viscosidade, densidade. As alternativas mais adequadas no Brasil são o óleo de soja, sebo de boi e que alem satisfazerem as propriedades físico-químicas melhor se adaptam a região. E há outras oleaginosas que podem vir a ser produzidos em escala industrial, mas no momento ainda estão sendo produzidas em pequenas agriculturas.
- No entanto, existe algumas oleaginosas, como a mamona, não é uma boa alternativa para a produção de biocombustível por apresenta a hidroxila no carbono 12 do ácido ricinoleico e apresentar a viscosidade muito elevada por causa da interação de Van der Waals e a ligação de hidrogênio que alteram muito a qualidade do combustível, no entanto este pode ser utilizado para a produção de polímeros e várias outras alternativas.
- Com isso a produção de biocombustivel é atualmente a forma mais fácil e barata para a implementação de uma energia mais barata, e menos poluente e que possa ser produzida em pequena e grande escala para todas as regiões, sem modificar a tecnologias dos motores existentes para a utilização deste alem de gerar mais emprego.
Fonte: http://e-groups.unb.br/iq/pg/resumo/osvaldo.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
sábado, 21 de agosto de 2010
Pesquisa para elaboração de artigo
- O mercado ligado à moda é caracterizado por mudanças cada vez mais rápidas e freqüentes;
- há uma intensa concorrência resultante da globalização que resultam na busca de melhorias contínuas e formas de inovação do produto de moda.
- O sistema de moda acaba por acompanhar de maneira rápida as mutações demercado surgindo então novo negócio: a moda sustentável.
- Se na Alta Costura do começo do século vinte o luxo se manifesta pelo uso de matérias caros e exclusivos, o novo luxo de hoje está em consumir moda de uma maneira consciente feita com produtos reciclados ou pensados a partir de uma proposta do eco design.
- As tendências de moda são o denominador comum em todo o mundo dos negócios de moda. Sendo o eixo central do sistema de moda que se torna cada dia mais complexo: “O trinômio tecnologia, moda e tendência é o principal eixo de sustentação da área e o ingresso na profissão pressupõe muito estudo para o desenvolvimento do domínio técnico e da capacidade criativa"
- Com a fabricação de “produtos verdes” as empresas sustentáveis estão de olho num novo tipo de consumidor: o consumidor consciente que está disposto a pagar mais caro por produtos que carregam consigo valores do desenvolvimento sustentável, o que atualmente é algo difícil de se encontrar, já que o consumidor está cada vez mais preocupado em pagar menos(e consequentemente comprar mais) do que poluir menos.
- A consolidação da moda sustentável é encontrada em estilistas e empresas do segmento da eco moda se diferenciam no mercado de moda por planejar e oferecer produtos diferenciados, baseados nos padrões da sustentabilidade, atrativos aos olhos de consumidores de produtos ecologicamente corretos, cada vez mais informados e exigentes.
- Assim, é possível afirmar que a moda verde baseada nos conceitos do Eco design está se tornando o novo luxo do século XXI, opondo-se ao consumismo desenfreado típico da Era do consumo.
- Nesta nova realidade a chance da consolidação dos princípios do desenvolvimento sustentável dá indícios de concretização de um novo perfil de consumidor mais reflexivo e menos sensível aos apelos do marketing.
- Neste contexto é perceptível que o fenômeno Moda exerce forte influência sobre as pessoas, através da mídia, sendo capaz de propor novos produtos desenvolvidos com um apelo ecológico, gerando novos comportamentos de consumo e refletindo o espírito da sociedade que começa a vislumbra o desenvolvimento sustentável e um consumo consciente como uma nova realidade de que as coisas/os princípios já não são como os de antigamente.
Fonte: http://www.antennaweb.com.br/edicao6/artigos/edicao6artigo4_eco.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
- há uma intensa concorrência resultante da globalização que resultam na busca de melhorias contínuas e formas de inovação do produto de moda.
- O sistema de moda acaba por acompanhar de maneira rápida as mutações demercado surgindo então novo negócio: a moda sustentável.
- Se na Alta Costura do começo do século vinte o luxo se manifesta pelo uso de matérias caros e exclusivos, o novo luxo de hoje está em consumir moda de uma maneira consciente feita com produtos reciclados ou pensados a partir de uma proposta do eco design.
- As tendências de moda são o denominador comum em todo o mundo dos negócios de moda. Sendo o eixo central do sistema de moda que se torna cada dia mais complexo: “O trinômio tecnologia, moda e tendência é o principal eixo de sustentação da área e o ingresso na profissão pressupõe muito estudo para o desenvolvimento do domínio técnico e da capacidade criativa"
- Com a fabricação de “produtos verdes” as empresas sustentáveis estão de olho num novo tipo de consumidor: o consumidor consciente que está disposto a pagar mais caro por produtos que carregam consigo valores do desenvolvimento sustentável, o que atualmente é algo difícil de se encontrar, já que o consumidor está cada vez mais preocupado em pagar menos(e consequentemente comprar mais) do que poluir menos.
- A consolidação da moda sustentável é encontrada em estilistas e empresas do segmento da eco moda se diferenciam no mercado de moda por planejar e oferecer produtos diferenciados, baseados nos padrões da sustentabilidade, atrativos aos olhos de consumidores de produtos ecologicamente corretos, cada vez mais informados e exigentes.
- Assim, é possível afirmar que a moda verde baseada nos conceitos do Eco design está se tornando o novo luxo do século XXI, opondo-se ao consumismo desenfreado típico da Era do consumo.
- Nesta nova realidade a chance da consolidação dos princípios do desenvolvimento sustentável dá indícios de concretização de um novo perfil de consumidor mais reflexivo e menos sensível aos apelos do marketing.
- Neste contexto é perceptível que o fenômeno Moda exerce forte influência sobre as pessoas, através da mídia, sendo capaz de propor novos produtos desenvolvidos com um apelo ecológico, gerando novos comportamentos de consumo e refletindo o espírito da sociedade que começa a vislumbra o desenvolvimento sustentável e um consumo consciente como uma nova realidade de que as coisas/os princípios já não são como os de antigamente.
Fonte: http://www.antennaweb.com.br/edicao6/artigos/edicao6artigo4_eco.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
Pesquisa para elaboração de artigo
- Estabeleceu-se no século XXI o conceito de ‘ desenvolvimento ambientalmente sustentável’, e sua implicação na criação de produtos para o vestuário.
- O consumidor, a indústria, o criador de novos produtos, todos têm papéis determinantes na consolidação deste paradigma. Os impactos ambientais devem ser considerados em todas as etapas nos projetos de novos produtos, da origem da matéria-prima até o descarte pelo consumidor.
- O desenvolvimento sustentável é um grande desafio para a criação de novos produtos para o vestuário de moda, pois o ciclo de vida muito curto e muitas vezes caro destes produtos, e o apelo ao consumismo, representam um entrave.
- Diante deste contexto, são identificados novos cenários para a moda.
- Tornou-se imperativo a preservação ambiental.
- Não é mais uma luta apenas para ambientalistas e ecologistas, mas para todos os seres humanos, por ser uma necessidade mundial.
- Embora tenham ocorrido diversas iniciativas na última década, esta-se chegando a um ponto crítico, em que estamos começando a sentir com mais nitidez os efeitos do aquecimento global. Se não forem intensificadas as ações para promover a preservação ambiental, a vida no planeta Terra estará cada vez mais comprometida, seja das gerações futuras de humanos e ou dos demais seres vivos.
- Embora tenham ocorrido diversas iniciativas na última década, esta-se chegando a um ponto crítico, em que estamos começando a sentir com mais nitidez os efeitos do aquecimento global. Se não forem intensificadas as ações para promover a preservação ambiental, a vida no planeta Terra estará cada vez mais comprometida, seja das gerações futuras de humanos e ou dos demais seres vivos.
- O antropocentrismo, que vê o homem como centro do universo, deve dar lugar ao biocentrismo, segundo a qual todas as formas de vida são igualmente importantes, não sendo a humanidade o centro da existência, em que se valoriza todas as formas de vida existentes no planeta Terra, considerando um que cada vida tem um valor inerente, portanto deve ser respeitada pelos humanos.
- O produto do vestuário de moda exerce forte influência sobre as pessoas, que passam a segui-lá.
- Assim, propor produtos desenvolvidos com um apelo ecológico é um meio de estimular e consolidar o desenvolvimento sustentável e o consumo consciente.
- Assim, propor produtos desenvolvidos com um apelo ecológico é um meio de estimular e consolidar o desenvolvimento sustentável e o consumo consciente.
fonte:
http://www.ceart.udesc.br/modapalavra/edicao2/files/sustentabilidade_ambiental-neide_e_luciana.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
Pesquisa para elaboração de artigo
- No Brasil, os produtos ecológicos são conhecidos como artefatos elaborados artesanalmente com matérias-primas naturais ou, em âmbito empresarial, de equipamentos e sistemas para controle de emissão de poluentes, tratamento de efluentes e resíduos industriais.
- Para o consumidor da nossa sociedade, o conhecimento do que seja um produto ecológico comercial para seu uso ainda é algo distante e rotulado como "feio"
- Produto ecológico é todo artigo que, artesanal, manufaturado ou industrializado, de uso pessoal, alimentar, residencial, comercial, agrícola e industrial, seja não-poluente, não-tóxico, notadamente benéfico ao meio ambiente e à saúde, contribuindo para o desenvolvimento de um modelo econômico e social sustentável
Exemplos:
- O uso de matérias-primas naturais renováveis, obtidas de maneira sustentável ou por biotecnologia não-transgênica, bem como a reciclagem de matérias-primas sintéticas por processos tecnológicos limpos (sem a emissão de poluentes e sem o uso de insumos agressivos) permitem classificar um produto a partir de critérios ambientais.
- Para exemplificar, alimentos orgânicos são produtos ecológicos, como também o são roupas de algodão orgânico, de juta (fibra vegetal) e couro vegetal (emborrachado de látex imitando o couro); cosméticos não-testados em animais; produtos de limpeza biológicos, inseticidas biológicos, roupas de PET reciclado ou de hemp industrial, adesivos à base de óleos vegetais, tintas à base de silicato de potássio ou caseína de leite, plásticos biodegradáveis, chapas de plástico reciclado, telhas recicladas, combustível vegetal (biodiesel), biogás, tijolos de solo-cimento e muito outros, que podem ser incorporados ao cotidiano de qualquer cidadão.
- Equipamentos energeticamente eficientes, não-poluentes, que utilizem tecnologias limpas ou renováveis (como sistemas de energia eólica(do vento), solar, para conversão de biomassa em energia e microusinas) também são sustentáveis, uma vez que são capazes de atender a demanda por energia, sem esgotar os recursos naturais ou alterar drasticamente a geografia dos ecossistemas.
- Critérios de Sustentabilidade:
- Para que um produto seja classificado como ecológico, todos os processos produtivos devem ser ambientalmente adequados e sua comprovação deve ser atestada por uma entidade independente. A empresa deve planejar o produto em todo o seu processo de fabricação.
- Essas medidas afetam não apenas a empresa, mas também seus fornecedores e consumidores, em suma, todos os elos da cadeia produtiva, por ser quase impossível serem encontrados produtos que possam ser feitos sem NENHUM impacto ambiental em todo o seu processo de fabricação.
- Como o Brasil ainda engatinha nesse sentido e a implantação desses procedimentos está ao alcance apenas de empresas geralmente comandadas por empresários idealistas, a solução proposta pelo IDHEA(Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica) é classificar e certificar os produtos em categorias que podem ser as seguintes: Produto Recomendado (Ecológico e Tecnologias Sustentáveis), Produto Correto (Reciclados e que mesclem matérias-primas naturais a sintéticas) e Produto Aceitável (de Baixo Impacto Ambiental, isto é, a opção menos pior em termos ambientais).
- Essa estratificação não é uma adaptação de parâmetros que já são aplicados na União Européia.
- Esses indicadores servem para mostrar o desempenho sustentável de cada ecoproduto, cuja classificação pode ser redefindida à medida em que seus componentes e processos empregados para sua elaboração se aproximem da excelência ecológica.
- As empresas que conseguissem produzir tais produtos com excelência ganhariam pontos junto ao consumidor e ao mercado, reduziriam custos decorrentes da insalubridade no uso de materiais agressivos à saúde e meio ambiente e, caso houvesse envolvimento do governo, poderiam receber incentivos fiscais –algo semelhante à Lei Rouanet para a cultura- ou mesmo crédito mais fácil.
- Outra opção de benefício seria tributar menos ou não tributar produtos reciclados, cuja matéria-prima seria tributada apenas uma vez, quando virgem. Fazendo com que tais produtos sejam mais acessíveis ao consumidor.
- Esse tipo de certificação forneceria parâmetros de credibilidade para esses novos produtos, criando um mercado verde forte e consistente, contribuindo para a construção de uma sociedade sustentável. Além dos produtos, toda uma série de redes de lojas verdes e publicidade verde teria espaço para crescer.
- Adotar uma política favorável ao mercado de produtos ecológicos é uma prova de que as necessidades do homem moderno podem ser conciliadas com o uso dos recursos naturais e que a ecologia, mais do que um conceito ou peça de marketing, também é um fator de cidadania.
fonte: http://www.idhea.com.br/pdf/sociedade.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
- Para o consumidor da nossa sociedade, o conhecimento do que seja um produto ecológico comercial para seu uso ainda é algo distante e rotulado como "feio"
- Produto ecológico é todo artigo que, artesanal, manufaturado ou industrializado, de uso pessoal, alimentar, residencial, comercial, agrícola e industrial, seja não-poluente, não-tóxico, notadamente benéfico ao meio ambiente e à saúde, contribuindo para o desenvolvimento de um modelo econômico e social sustentável
Exemplos:
- O uso de matérias-primas naturais renováveis, obtidas de maneira sustentável ou por biotecnologia não-transgênica, bem como a reciclagem de matérias-primas sintéticas por processos tecnológicos limpos (sem a emissão de poluentes e sem o uso de insumos agressivos) permitem classificar um produto a partir de critérios ambientais.
- Para exemplificar, alimentos orgânicos são produtos ecológicos, como também o são roupas de algodão orgânico, de juta (fibra vegetal) e couro vegetal (emborrachado de látex imitando o couro); cosméticos não-testados em animais; produtos de limpeza biológicos, inseticidas biológicos, roupas de PET reciclado ou de hemp industrial, adesivos à base de óleos vegetais, tintas à base de silicato de potássio ou caseína de leite, plásticos biodegradáveis, chapas de plástico reciclado, telhas recicladas, combustível vegetal (biodiesel), biogás, tijolos de solo-cimento e muito outros, que podem ser incorporados ao cotidiano de qualquer cidadão.
- Equipamentos energeticamente eficientes, não-poluentes, que utilizem tecnologias limpas ou renováveis (como sistemas de energia eólica(do vento), solar, para conversão de biomassa em energia e microusinas) também são sustentáveis, uma vez que são capazes de atender a demanda por energia, sem esgotar os recursos naturais ou alterar drasticamente a geografia dos ecossistemas.
- Critérios de Sustentabilidade:
- Para que um produto seja classificado como ecológico, todos os processos produtivos devem ser ambientalmente adequados e sua comprovação deve ser atestada por uma entidade independente. A empresa deve planejar o produto em todo o seu processo de fabricação.
- Essas medidas afetam não apenas a empresa, mas também seus fornecedores e consumidores, em suma, todos os elos da cadeia produtiva, por ser quase impossível serem encontrados produtos que possam ser feitos sem NENHUM impacto ambiental em todo o seu processo de fabricação.
- Como o Brasil ainda engatinha nesse sentido e a implantação desses procedimentos está ao alcance apenas de empresas geralmente comandadas por empresários idealistas, a solução proposta pelo IDHEA(Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica) é classificar e certificar os produtos em categorias que podem ser as seguintes: Produto Recomendado (Ecológico e Tecnologias Sustentáveis), Produto Correto (Reciclados e que mesclem matérias-primas naturais a sintéticas) e Produto Aceitável (de Baixo Impacto Ambiental, isto é, a opção menos pior em termos ambientais).
- Essa estratificação não é uma adaptação de parâmetros que já são aplicados na União Européia.
- Esses indicadores servem para mostrar o desempenho sustentável de cada ecoproduto, cuja classificação pode ser redefindida à medida em que seus componentes e processos empregados para sua elaboração se aproximem da excelência ecológica.
- As empresas que conseguissem produzir tais produtos com excelência ganhariam pontos junto ao consumidor e ao mercado, reduziriam custos decorrentes da insalubridade no uso de materiais agressivos à saúde e meio ambiente e, caso houvesse envolvimento do governo, poderiam receber incentivos fiscais –algo semelhante à Lei Rouanet para a cultura- ou mesmo crédito mais fácil.
- Outra opção de benefício seria tributar menos ou não tributar produtos reciclados, cuja matéria-prima seria tributada apenas uma vez, quando virgem. Fazendo com que tais produtos sejam mais acessíveis ao consumidor.
- Esse tipo de certificação forneceria parâmetros de credibilidade para esses novos produtos, criando um mercado verde forte e consistente, contribuindo para a construção de uma sociedade sustentável. Além dos produtos, toda uma série de redes de lojas verdes e publicidade verde teria espaço para crescer.
- Adotar uma política favorável ao mercado de produtos ecológicos é uma prova de que as necessidades do homem moderno podem ser conciliadas com o uso dos recursos naturais e que a ecologia, mais do que um conceito ou peça de marketing, também é um fator de cidadania.
fonte: http://www.idhea.com.br/pdf/sociedade.pdf;
Vivianne Ribeiro Fábrio nº36
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Roupas geradoras de energia são ecológicas?
Os esforços da indústria da moda para incorporar princípios da sustentabilidade são cada vez maiores. Mais do que utilizar tecidos ou materias ecologicamente corretos, a novidade agora são roupas que produzem energia elétrica através dos movimentos humanos. Com essa concepção, seria possível imaginar que o ser humano poderia gerar eletricidade através do uso de certas roupas ? Pois foi exatamente a partir desta ideia que uma linha de roupas foi criada pelo XS Labs que desenvolveu o 'Captain elétrico e bateria Boy ', uma coleção de três peças eletrônicas que aproveitam a energia passiva do organismo através da restrição e remodelação dos movimentos do corpo, a fim de produzir energia suficiente para abastecer -se e gerar eventos de som e luz sobre o corpo.
Os três vestidos são classificados como "STICKY","STIFF" e "ITCHY", ou seja, pegajoso, duro e coçador respectivamente. Estes vestidos são feitos de couro sintético com a silhueta de couro legítimo costurado e decorado à lã e visam obrigar o corpo a mover-se em movimentos mais acentuados e potentes, de forma a ativar a produção de energia para abastecer o vestido.
Porém, o que nosso grupo se perguntou ao ver do que tais roupas são feitas(basicamente couro sintético) foi: Como é o processo da produção delas? Quais as condições dos trabalhadores que as produzem? São produzidas industrialmente? Qual a origem dos materias que as compõem? Estes materias são reciclados ou biodegradáveis?
Os três vestidos são classificados como "STICKY","STIFF" e "ITCHY", ou seja, pegajoso, duro e coçador respectivamente. Estes vestidos são feitos de couro sintético com a silhueta de couro legítimo costurado e decorado à lã e visam obrigar o corpo a mover-se em movimentos mais acentuados e potentes, de forma a ativar a produção de energia para abastecer o vestido.
Porém, o que nosso grupo se perguntou ao ver do que tais roupas são feitas(basicamente couro sintético) foi: Como é o processo da produção delas? Quais as condições dos trabalhadores que as produzem? São produzidas industrialmente? Qual a origem dos materias que as compõem? Estes materias são reciclados ou biodegradáveis?
Isto nos levou a pesquisar os processos de fabricação dessas roupas, que serão descritos ao longo da pesquisa, para ver se o couro sintético gera impacto ambiental. Com isso, nós ligamos o item do subtema de n°1(ecossistemas e provisão) do Congresso Virtual Interdisciplinar Marista de Biodiversidade à nossa pesquisa: o de fibras, já que roupas são feitas de fibras, tanto naturais como sintéticas.
Como afirmam os engenheiros Airton Rodrigues Pinto Júnior, Luiz Alberto Kozlowski e Márcio Coraiola(2010) presente no congresso virtual, as fibras podem ser divididas em naturais e artificiais (feitas pelo homem). Dentre as fibras naturais destacam-se as vegetais, animais e minerais. As fibras feitas pelo homem, ou seja, as sintéticas, são utilizadas como matéria-prima nos diversos segmentos da indústria, que também podem gerar poluição. As fibras vegetais apresentam grandes vantagens em relação às sintéticas, com destaque a conservação de energia, abundância no meio ambiente, baixo custo, não são prejudiciais à saúde, e são biodegradáveis. Fibras naturais como juta, algodão, sisal e coco também são abundantes em países com potencial agrícola Na indústria têxtil destacam-se as fibras vegetais de algodão, linho e rami, além das fibras animais de seda, amplamente utilizadas na confecção de tecidos.
Assim, como existem fibras que causam mais impacto ambiental do que outras, como as sintéticas, vamos, através dos diferentes tipos de fibras, pesquisar o impacto causado por cada uma delas, para ver se é melhor para o meio ambiente a criação de novas fontes de energia renováveis através de roupas que usam da energia humana, mas que geram impactos ambientais, por serem feitas de fibras sintéticas, ou o uso de roupas feitas de fibras naturais, mas que não geram energia.
Como afirmam os engenheiros Airton Rodrigues Pinto Júnior, Luiz Alberto Kozlowski e Márcio Coraiola(2010) presente no congresso virtual, as fibras podem ser divididas em naturais e artificiais (feitas pelo homem). Dentre as fibras naturais destacam-se as vegetais, animais e minerais. As fibras feitas pelo homem, ou seja, as sintéticas, são utilizadas como matéria-prima nos diversos segmentos da indústria, que também podem gerar poluição. As fibras vegetais apresentam grandes vantagens em relação às sintéticas, com destaque a conservação de energia, abundância no meio ambiente, baixo custo, não são prejudiciais à saúde, e são biodegradáveis. Fibras naturais como juta, algodão, sisal e coco também são abundantes em países com potencial agrícola Na indústria têxtil destacam-se as fibras vegetais de algodão, linho e rami, além das fibras animais de seda, amplamente utilizadas na confecção de tecidos.
Assim, como existem fibras que causam mais impacto ambiental do que outras, como as sintéticas, vamos, através dos diferentes tipos de fibras, pesquisar o impacto causado por cada uma delas, para ver se é melhor para o meio ambiente a criação de novas fontes de energia renováveis através de roupas que usam da energia humana, mas que geram impactos ambientais, por serem feitas de fibras sintéticas, ou o uso de roupas feitas de fibras naturais, mas que não geram energia.
Fonte: http://featuresfashion.blogspot.com/2009/11/captain-electric-modela-o-corpo-e.html ; http://ecotrendstips.wordpress.com/2009/10/;
http://modafeevale.wordpress.com/2009/12/14/moda-movimento-energia-uma-receita-sustentavel/#more-1076; http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/Detalhes_08artigos.aspx?ID='4'; http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/Detalhes_08artigos.aspx?ID='2';
Grupo - 9ºD
Vivianne n°36
Renata n°29
Natália n°25
Ana B. n°02
Victor Brunello n°33
http://modafeevale.wordpress.com/2009/12/14/moda-movimento-energia-uma-receita-sustentavel/#more-1076; http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/Detalhes_08artigos.aspx?ID='4'; http://hotsite.marista.org.br/congressobio/Paginas/Detalhes_08artigos.aspx?ID='2';
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